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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Pão integral ou gato por lebre?

Descubra se você compra um verdadeiro Pão Integral, porque podem acreditar, muitos que se dizem integral não são realmente integral.
Imagem da internet


O primeiro ingrediente tem que ser "Farinha de Trigo Integral".  Há uma lei no Brasil, que obriga os fabricantes a colocar os ingredientes pela ordem de quantidade. O primeiro ingrediente da lista é o que proporcionalmente, tem em maior quantidade no produto.

Se o primeiro ingrediente for "farinha de trigo enriquecida com ferro e ácido fólico" não comprem pois não é integral, o melhor é que não contenha farinha refinada, pois assim aumenta a chance de você não ser enganada.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Macros e micronutrientes, você sabe o que são?

Fala galerinha! Tudo bem?
Hoje eu vou falar de macronutrientes e micronutrientes.
Essa matéria é uma introdução a uma série de matérias que virão adiante, a intenção aqui é nos familiarizar com termos, que mais adiante serão importantes para entendermos vários processos na nossa alimentação diária e como ela pode ser melhorada.

sábado, 13 de agosto de 2016

Segunda sem carne - Proteínas vegetais


Já ouviu falar da segunda sem carne?
Segunda sem carne é uma campanha, lançada pela Sociedade Vegetariana Brasileira e já alcançou mais de 35 países no mundo.
Tem como intenção concientizar as pessoas sobre os impactos que o uso de produtos de origem animal, para alimentação, tem sobre  os animais, a sociedade, a saúde humana e  o planeta, convidando-as a tirá-los do prato pelo menos uma vez por semana e a descobrir novos sabores.

domingo, 22 de maio de 2016

Cloreto de magnésio

O magnésio é um dos elementos em maior abundância na composição da terra. Também é um elemento essencial para o funcionamento do nosso organismo. Ele é imprescindível para mais de 300 ações no nosso organismo, como regular processos metabólicos, interferir no equilíbrio e função de outros minerais, como o cálcio e o potássio, ele é essencial à saúde dos ossos e dentes e fundamental para o crescimento e desenvolvimento infanto-juvenil. Também é importante na performance cognitiva e tem extrema importância no sistema cardiovascular, muscular e sistema nervoso.
A falta de magnésio no organismo já foi ligada ao envelhecimento precoce, a sindromes metabolicas a depressão e osteoporose.

Daí você se pergunta, se é um mineral abundante na terra, deve ser fácil consegui-lo em uma alimentação saudável, certo?
Acontece que com a agricultura moderna, onde os processos de plantio e colheita acontecem de forma "inatural" os vegetais e cereais que deveriam ter uma grande quantidade desse mineral na verdade não o tem. Ainda existe uma agravante: Agrotóxicos. O uso de químicos no plantio, interfere tanto na absorção do mineral pela planta quanto a nossa, na hora de comer.

Ainda, o aumento na ingestão de cálcio, proteínas, vitamina D e álcool, bem como o estresse físico e psicológico aumentam as necessidades de magnésio no organismo.

A solução?
Suplementar.
O cloreto de magnésio PA (para análise) é a forma mais pura, barata e segura de suplementar esse mineral. Vende nas farmácias e custa em média 5 reais. Vem num pacotinho de 33 gramas, que deve ser dissolvido em 1,5 litro de água filtrada e armazenado na geladeira em um frasco de vidro.
A dose diária pode ser bem relativa. Como o magnésio é armazenado nos ossos (sua maioria) não temos como saber a quantidade que necesitamos suplementar, pois não há como fazer um exame de sangue por exemplo, para medir a quantidade que já temos no organismo.
Vários médicos recomendam iniciar com a dose de 50ml diários. Depois de umas semanas passar para 2 doses de 50ml.
Existem casos em especial (pedras nos rins formadas por oxalato de cálcio e hérnia de disco, por exemplo) que a dosificação recomendada é de 3 doses de 50ml ao longo do dia. A suplementação em excesso pode ter efeito levemente laxativo, então recomendo comerçar com a dose mínima e ir aumentando aos poucos, caso ocorra efeito colateral, voltar a dose anterior.

Recomendo assistir os vídeos abaixo e ler os estudos.


Referências:
https://www.youtube.com/watch?v=Ei-mlp-bCWg (Dr. Luiz Moura)
https://www.youtube.com/watch?v=3sfUpTvLNF8 (Dr. Lair Ribeiro)
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11811859
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1806-37132006000400007


quarta-feira, 18 de maio de 2016

Como substituir o Ovo na suas receitas


Substitua os ovos nas receitas com um dos ingredientes abaixo.
NOTA: Já testei em várias receitas e sempre dá certo, porém a textura muda um pouco e dependendo do ingrediente o sabor também, ok?

1 colher de linhaça + 2 colheres de água quente filtrada + 20 minutos de espera = a um ovo medio.

1 colher de farinha de linhaça + 3 colheres de água filtrada + 10 minutos de espera = a um ovo medio.

1 colher de chia + 3 colheres de água quente filtrada + 20 minutos de espera = a um ovo medio.

1 colher de chá de bicarbonato + 1 colher de sopa de vinagre de maçã (no final da receita e só misturar, não bater) = a um ovo medio.

sábado, 14 de maio de 2016

Manteigas vegetais

As receitas que vou passar agora, servem como ingredientes para diversas receitas e para substituir a
manteiga comum, na hora de tomar aquele cafézinho com pão quentinho!

Ingredientes:

Oleaginosa a sua escolha (castanha do caju, do pará, pecãm, amendôas, nozes, amendoim ou coco)

Modo de preparo:

Torre e descasque a oleaginosa (menos o coco que pode ser usado in natura ou seco)
Bata no processador por alguns minutos até que se forme uma pasta.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Biomassa de banana verde - Receita e matéria

Ingredientes:
Bananas verdes com casca.

Modo de preparo:
Retire as bananas do cacho com cuidado, preservando os talos.
Higienize as bananas com água e sabão.
Numa panela de pressão* coloque água até a metade e deixe ferver.
Quando começar a ferver, coloque as bananas.
Tampe e deixe em fogo alto até começar a chiar.
Abaixe o fogo e deixe na pressão por 10 minutos.
Desligue e espere a pressão sair normalmente, sem forçar.
Descasque com cuidado as bananas ainda quentes.
Guarde as cascas para fazer carne vegetal (receita aqui)
Coloque as polpas ainda quentes em um liquidificador ou processador e bata com um pouco de água, sem colocar água demais.
Guarde por até uma semana na geladeira ou congele em porções pequenas.

terça-feira, 19 de abril de 2016

Glúten

Oi gentem.
Estão me questionando porque não posto receitas com trigo.

Pois bem vou explicar. Há pouco mais de 2 anos começei a sentir um cansaço exagerado e dores nas juntas. Visitei vários médicos, de diversas especialidades.

Fiz vários exames e tive diagnósticos desde depressão a reumatismo, só que eu não concordava com isso, não tenho idade para estar assim doente, então um amigo médico , me ofereceu um panorama impensável, pedindo que eliminasse por completo o glúten por 10 dias e refizesse os exames.

O resultado foi impressionante. Não sentia mais os sintomas e as taxas de antígenos reumáticos caíram pela metade. Pesquisando mais sobre o tema descobri que atualmente o trigo (mesmo o integral, que era o que eu consumia) tem o dobro de glúten do que os de há 50 anos. O grão foi sendo selecionado geneticamente para que contenha mais glúten, já que este é o que faz o pão render mais e ficar mais macio.

Não defendo a eliminação do glúten na vida de ninguem, porém alerto a todos que existem uma grande maioria de pessoas que têm uma intolerância ao glúten e não sabem.

Nem sempre o diagnóstico é de reconhecendo fácil, visto que a sensibilidade ao glúten tem sintomas que podem se sobrepor a outros problemas de saúde tornando-se difícil distinguir.

É importante você saber que muitos destes sintomas podem se manifestar logo após as suas refeições e podem desaparecer rapidamente. Em outros casos, os sintomas podem ficar por algumas semanas ou tornaram-se crónicos.
Confira aqui uma lista de 7 sintomas que pode ajudar a diagnosticar uma sensibilidade ao glúten:

Tonturas ou Vertigens: Sentir falta de equilíbrio pode ser um sinal de intolerância ao glúten.

Doenças auto-imunes: Certamente não em todos os casos, mas alguns casos com problemas de tiroidite de Hashimoto, artrite reumatóide, colite ulcerativa, lúpus, escleroderma, esclerose múltipla, psoríase, são doenças onde a taxa intolerância ao glúten é bem alta.

Fadiga Crônica: Se sentir uma fadiga quase constante, confusão mental, e sensação de cansaço, especialmente após as refeições consulte um médico, poderá ser apenas uma intolerância ao glúten.

Queratose pilar: também conhecido como “pele de galinha” que se manifesta normalmente nas costas dos braços e coxa é o resultado de deficiência de ácidos graxos causados ​​pelo glúten.

Fibromialgia: Algumas pessoas diagnosticadas com fibromialgia e fadigas crônicas realmente têm intolerância ao glúten, mas não percebem isso. Se você foi diagnosticado, considere o glúten como a causa potencial.

Dores de cabeça persistentes: Enxaquecas e dores de cabeça persistentes é outro sinal potencial da sua intolerância ao glúten. Eles também podem ser sinais de desidratação e outras desordens.

Problemas digestivos crónicos: gases, diarréia, inchaço e  que persiste aparentemente sem causa é um dos sinais mais evidentes. A obstipação é um sinal comum de intolerância ao glúten em crianças.

Para ter certeza que você tem alguma intolerância o ideal é manter uma dieta normal com glúten e buscar um gastro para fazer os exames de sangue e  uma biopsia, apenas retirar o glúten da dieta pode mascarar a doença ou dar um falso negativo nos exames.

Se você for diagnosticado com intolerancia, recomendo buscar um nutricionista para ter um bom equilibrio alimentar.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Qual é a melhor gordura para cozinhar?

Nutrição é uma área em constante movimento.
Você já deve ter lido ou ouvido que certo alimento era malefico para o organismo e depois de um tempo descoberto que na verdade esse mesmo alimento fazia bem para a saúde. Tudo isso se deve ao fato de que o estudo dos alimentos com teor científico é relativamente novo, para você ter uma idéia a profissão nutricionista existe a um pouco mais de 100 anos.

Então provavelmente você já deve ter lido ou ouvido, que a melhor gordura para se usar na cozinha é o óleo vegetal. Inclusive deve ter gastado mais dinheiro naquele óleo vegetal com uma linda flor amarelinha na embalagem, que hoje se sabe que é o pior dos piores quando se trata de óleo vegetal.

O problema está na obtenção dos óleos vegetais. No metodo tradicional, aquele que rende mais e é mais barato, tornando esse tipo de produto em algo que a maioria da população pode comprar, a semente é colocada em uma prensa de alta pressão que as espremerá até retirar-se todo o óleo contido nelas. A alta pressão causa variações "positivas de temperatura" ou seja, aquece, o que torna o óleo de coloração escura e sabor forte. Após a prensa é feito o processo de clarificação e refinação para eliminar impurezas.
Óleos Vegetais são compostos por ácidos graxos poliinsaturados, os quais quando aquecidos sofrem um processo de oxidação e hidrogenação parcial, virando gordura trans que é veneno para o organismo.
Além disso o aquecimento gera a liberação de aldeídos, compostos químicos que já foram relacionados a doenças como câncer, problemas cardíacos e até demência.
Então mesmo crús, os óleos vegetais fazem mal pra nossa saúde, agora imagine quando cozinhamos com eles!

Lembre -se que aqui estamos falando dos óleos vegetais comuns (girasol, milho, soja, canola)
O azeite de olivas é processado diferente, onde mantém seu estado cru, pois é prensado a frio. No entanto ainda não se entra em consenso sobre a sua utilização na cozinha, exceto nos casos onde é usado cru ou em baixíssimas temperaturas.


O óleo de coco,também é extraído a frio. Além disso  é o único alimento que contém ácido Láurico ( além do leite materno). Essa gordura não pode ser acumulado pelo nosso organismo favorecendo o emagrecimento e tem propriedades anti-inflamatória, antibiótica e estimula o sistema imunológico. (vou fazer um post sobre o óleo de coco).
Como ele é naturalmente saturado (fica durinho em temperatura fria) ele não passa por um processo de oxidação quando levado a altas temperaturas.
Infelizmente seu preço ainda é salgado...
Por motivos econômicos talvez nem todas as pessoas podem consumi-lo, então o que usar para cozinhar?
De todas as opções, digamos assim, a menos pior é a manteiga. A manteiga é rica em vitaminas solúveis em gordura (A, E, K e D), é rica em minerais, especialmente selênio, é ainda rica em ácidos gordas de cadeia média e curta, mais rapidamente utilizados como fonte de energia em vez de armazenados como gordura corporal. O ácido butírico também está presente na manteiga, com propriedades anticancerígenas, ajudando no controle do peso e promovendo a saúde da flora intestinal, agindo como anti-inflamatório. Ou seja, melhor do que óleos vegetais.

Conclusão:  A melhor gordura para se usar na cozinha é o óleo de coco. Se por causa do preço você não o possa comprar, vale usar a manteiga. Sempre lembrando que o consumo de gorduras animais deve ser limitado e fazer parte de uma alimentação balanceada. Consuma gorduras naturalmente encontradas em frutas e semente, que são importantes para vários processos importantes no nosso organismo.

domingo, 20 de março de 2016

Temporada de frutas e verduras - Outono


A estação do ano em que as frutas, verduras e legumes estão mais apetitosos, é o outono, pois esta é a época deles. Devemos sempre lembrar que a melhor opção é preferir os alimentos típicos da estação, pois são mais saudáveis devido a menor quantidade de agrotóxicos, além de encontramos preços mais acessíveis, e alimentos mais frescos.
Tangerina: é fonte de magnésio e rica em vitaminas A e C.
Rúcula: contém boas doses de ômega-3, que ajuda a proteger os vasos sanguíneos, e betacaroteno, um precursor da vitamina A.
Repolho: fonte de vitamina C e fibras, ele protege o corpo contra o câncer, especialmente o de intestino.
Nabo: pobre em calorias, mas rico em cálcio e fósforo, que ajuda no processo de digestão dos alimentos.
Mamão formosa: contém papaína, uma enzima que facilita a digestão e protege o estômago.
Limão é termogênico, ajuda a quebrar o acúmulo de gordura.
Laranja-lima: é rica em fibras e vitamina C. Por ser menos ácida do que a laranja e o limão, é ideal para agradar ao paladar infantil.
Kiwi: por conter altas doses de vitamina C, ajuda a combater o envelhecimento das células.
Jiló: rico em vitaminas A, B e C, também é fonte de ferro, cálcio e fósforo.
Figo: cheio de fibras atua como um laxante suave. Também ajuda na cicatrização.
Espinafre: é uma importante fonte de ferro.
Chuchu: ajuda a prevenir a osteoporose porque contém boas doses de cálcio e potássio. Também é rico em fibras que regulam o intestino.
Beterraba: antioxidante, contém vitamina B1, B2, B5, além de sódio, silício, fósforo, cálcio, zinco e cobre.
Berinjela: rica em cobre, ácido fólico, magnésio e fibras, ela atua diminuindo o colesterol.
Agrião: é um inibidor da fome fora de hora e também melhora sintomas de intoxicação, como a ressaca.
Abobrinha: ajuda no funcionamento do intestino (rica em fibras), contém tiamina (vitamina B1) e magnésio.
Pêra: rica em selênio, um antioxidante poderoso contra o envelhecimento das células.
Melancia: contém vitaminas do complexo B, ferro, fósforo e cálcio, além de contribuir para a boa hidratação corporal.
Maracujá: é rico em vitaminas B2 e B5, vitamina C, sais minerais, fósforo e cálcio. Também tem propriedades calmantes.
Goiaba: tem vitaminas A, B1 e C, além de ferro, fibras, fósforo e cálcio.
Coco verde: a água da fruta verde tem vitamina C e elevado teor de cálcio, ferro e magnésio.
Abacate: rico em ácido oleico, substância que protege contra o acúmulo de LDL (colesterol ruim) e ajuda a manter as taxas de HDL (colesterol bom) no sangue.


Kalinca Oliveira
Nutricionista – CRN2 10692
Mestre e Doutoranda em Medicina – Hepatologia – UFCSPA
(51) 9109.4629 / (51) 8553.0807

sexta-feira, 4 de março de 2016

"Leites" vegetais

Como o nome entrega, o leite vegetal é feito a partir de grãos e sementes. Mas não se engane. Na verdade, de leite, ele não tem nada: ganhou o apelido por conta da cor branca e da textura aquosa. Mesmo quem não tem nenhuma intolerância alimentar tem se tornado adepto. “As bebidas vegetais têm conquistado cada vez mais pessoas que buscam uma alimentação saudável e livre de lactose. Eles são feitos com grãos integrais ricos em fibras, ferro, minerais e proteínas”, diz Telma Ranalli, nutricionista que integra o corpo clínico do Alta Excelência Diagnóstica (SP). Outra vantagem: menos calorias, já que possuem também menos gorduras que o leite animal.

Os grãos e cereais são fontes de zinco e gorduras boas, que ajudam até o controle do colesterol.
O leite vegetal carrega os mesmos nutrientes que o alimento de origem (veja lista abaixo), de proteínas a carboidratos. “De um modo geral, são menos calóricos e possuem baixo índice glicêmico, mas é importante dar atenção às diferentes características de cada tipo”, fala Francisco Tostes, pós-graduado em Clínica Médica e Endocrinologia e membro da Sociedade brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).


Leite de aveia

É rico em cálcio, ferro, magnésio, vitaminas do complexo B e fibras – que beneficiam o fluxo intestinal. A aveia proporciona uma sensação de saciedade devido ao seu alto teor de fibras (solúveis e insolúveis). Tem também alto teor de betaglucano, que ajuda no controle do colesterol e os ácidos biliares do intestino, absorvendo-os e evitando que elementos nocivos passem para o organismo.

Leite de castanha

Com até 3g de proteína, e é uma ótima fonte de cobre, zinco e ferro. É rica ômega 9, mesma gordura “do bem” do azeite. Comparada com as outras bebidas, é que contém menos carboidrato.

Leite de amêndoas
Aliada número 1 de quem malha, a amêndoa é cheia de magnésio e cálcio, nutrientes que beneficiam os ossos e a musculatura. Tem também arginina, um aminoácido que dilata os vasos e melhora a circulação sanguínea, garantindo a oxigenação dos tecidos.

Leite de quinoa
Considerado pela Academia de Ciências dos Estados Unidos e pela Organização das Nações Unidas um dos alimentos mais completos nutricionalmente, o grão é riquíssimo em proteínas e ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

Leite de arroz
Possui alto teor de triptofano, precursor de serotonina, e vitaminas do complexo B, substâncias adequadas para obter energia e equilíbrio no sistema nervoso. Porém, tem menos nutrientes que os demais grãos. A dica, é combiná-lo com outros alimentos. “O leite de arroz possui baixo teor de proteína e maior quantidade de carboidrato”, alerta Francisco. Por ter menos nutrientes que os demais, a dica é combina-lo com outros alimentos e, até mesmo, com outra bebida vegetal.

Como fazer leite vegetal em casa

Há até maquinas domésticas que preparam as bebidas em casa, mas se não quer investir em mais um eletrodoméstico, é super possível fazer o leite vegetal apenas com um liquidificador e até um mixer.
Após lavar bem os grãos ou sementes, deixe-os na água de quatro a oito horas. Descarte a água do molho, coloque os grãos no liquidificador e adicione 500 ml de água filtrada - se preferir a bebida mais grossinha, diminua a medida. Bata os ingredientes e coe com uma peneira fininha ou com um pano (limpo!). Prontinho! E o que sobrar da mistura, ainda pode ser usado no preparo de bolos e biscoitos.
“Não deixe o leite pronto, mesmo que na geladeira, por muito tempo – o ideal é consumi-lo em no máximo três dias. Na hora de beber, o leite vegetal pode ser batido com frutas e adoçado com melaço ou açúcar mascavo”, aconselha Telma.

quinta-feira, 3 de março de 2016

Farinha de Banana verde - como fazer

Vocês já devem conhecer a famosa biomassa, feita com banana verde, porém para algumas receitas, ela acaba dando um aspecto muito humido.
Já a farinha de banana verde oferece os mesmo benefícios da biomassa, sendo que é mais pratica (pode ser guardada por curtos periodos fora da geladeira) e ainda pode ser usada em pequenas porções como substituto da farinha de trigo.
Existe no mercado a farinha pronta a venda - em lojas de produtos naturais.
Mas agora vou ensinar pra vocês como fazer a farinha em casa, assim economizamos e temos a certeza do que comemos.


Ingredientes:

10 bananas verdes

Modo de preparo:

Mergulhe as bananas inteiras com casca em água fervente por 2 minutos.

Com cuidado e ainda quentes descasque e corte em finas rodelas. Em assadeiras, coloque as rodelas lado a lado. Quanto mais espaçadas ficarem, mais rápido é o processo de secagem.

Coloque no forno até que fiquem completamente ressecadas. Espere esfriar, bata no liquidificador, peneire e guarde em um recipiente escuro e com tampa.

Para usar é só substituir o trigo pela farinha de banana, o ideal é consumir duas colheres de sopa por dia. Se a sua receita usar muito trigo, faça uma mistura de farinhas para que o consumo não seja excessivo.
No meu paladar essa farinha não tem nenhum gosto, mas prefiro usa-la em pratos salgados, não sei explicar o porquê, mas me parece que combina mais

Farinha de coco - como fazer em casa.

A farinha de coco tem textura semelhante à farinha de trigo, mas com uma quantidade bem maior de fibras e proteínas. Cada 100 gramas tem 60 gramas de fibras, 56g solúveis e 4g insolúveis. Ela pode ser usada em substituição ao trigo em qualquer receita, mas para cada xícara de farinha de trigo, deve-se usar apenas 1/3 xícara de farinha de coco.
Como é levemente adocicada, uso em receitas doces.
Quando estive no Brasil no começo do ano procurei para comprar e fiquei indignada com o preço!
Onde moro é relativamente barata essa farinha.
Pesquisei e achei na internet como se produz, então mãos a obra!

Como fazer farinha de coco em casa

A farinha de coco pode ser feita em casa. Coloque 1 xícara de polpa/bagaço de coco  cortado em cubinhos em uma forma com papel manteiga e leve ao forno (200ºC) por mais ou menos uma hora. A cada 20 minutos, retire a forma do forno, mexa a polpa e retorne para forno. Depois de bem desidratado, deixe esfriar por 10 minutos e bata no processador.

Benefícios

Por sua alta concentração de fibras, quando consumida junto com líquidos, ela formará um gel no estômago que manterá a sensação de saciedade por mais tempo. Esse gel envolve o bolo alimentar, o que torna a liberação da glicose mais lenta na corrente sanguínea, evitando picos de insulina. O efeito é a redução da vontade de ingestão de carboidratos por mais tempo, o que pode facilitar a perda de peso.

Além disso, não contém glúten, melhora o trânsito intestinal e diminui a absorção do colesterol. É uma das farinhas com menor índice glicêmico e rica em triglicerídeos de cadeia média, que são metabolizados e se transformam rapidamente em energia, não se acumulando no tecido adiposo.

A farinha de coco também possui quantidade maior de proteínas do que a farinha de centeio e trigo, e diferentemente de outros cereais integrais, a farinha dessa fruta tem baixas quantidades de ácido fítico. A substância diminui a absorção de outros nutrientes, principalmente minerais.

Cuidados

Quando apenas é introduzida na dieta, a farinha de coco pode causar um acréscimo no consumo de calorias. Por esse motivo, deve ser usada em substituição a outros alimentos, fornecendo uma alimentação equilibrada.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Emagrecendo com chá!

Não é milagre, mas que realmente ajuda a dar um up no metabolismo, isso é verdade!
Segue a receitinha de alguns deles:






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